Um conto de fadas: deslumbre e vazio. Sou completamente encantada pela maneira que Sofia Coppola nos apresenta e nos aproxima de suas protagonistas, ela constrói
Categoria: CRÍTICAS
CRÍTICA – ÔNIBUS 174
Documentários são desafiadores pela sua natureza realista. É difícil intercambiar entre a perspectiva social do que é apresentado e a estética da produção. Em qual
CRÍTICA – MINHA IRMÃ E EU
“Minha Irmã e Eu” tenta trilhar um caminho já bastante explorado na indústria cinematográfica, apresentando a história das irmãs Mirian e Mirelly, cujas vidas divergentes
CRÍTICA – SALTBURN
Emerald Fennell já mostrou seu talento ganhando o Oscar de Melhor Roteiro Original por Bela Vingança. Algo que poderia ter sido sorte de principiante, mas
CRÍTICA – O MELHOR ESTÁ POR VIR
Nanni Moretti foi uma das maiores descobertas cinematográficas que fiz nos últimos anos. O realizador italiano, responsável por contar histórias bastante peculiares e autocentradas –
CRÍTICA – O MUNDO DEPOIS DE NÓS
A Netflix constantemente tenta se renovar, mas permanece como a mesma realizadora de largo alcance ao público médio. Os longas-metragens com temáticas de devastação (Próxima
CRÍTICA – WISH: O PODER DOS DESEJOS
O filme que conta a história de Asha foi idealizado para celebrar os cem anos do Walt Disney Animation Studios, que intimamente chamamos apenas de
CRÍTICA – GODZILLA: MINUS ONE
Desde sua criação no pós-guerra, pelas mãos de Tomoyuki Tanaka, Ishirō Honda e Eiji Tsuburaya, como uma espécie de manifestação do medo das armas nucleares,
CRÍTICA – BATISMO DE SANGUE
Quando não há preservação na memória do coletivo, sendo afirmado e reafirmado várias vezes, a tendência sobre os fatos é diluída, a história se torna
CRÍTICA – WHEN EVIL LURKS
O subgênero da possessão demoníaca vive desgastado desde o momento que “O Exorcista” (1973) foi exibido nos cinemas, sendo aproveitado e reaproveitado de diversas maneiras,
